14 de Agosto de 2022



59% das PME portuguesas está mais dependente da tecnologia depois da pandemia



A falta de competências digitais foi uma das principais barreiras para as PME nacionais no último ano, mas os níveis de confiança e preparação para o futuro estão a aumentar.

 



P

ara compreender os impactos da COVID-19 nas PME, a Sage, lançou o estudo glo­bal “Pequenos negó­cios, grandes opor­tu­nidades?”, no qual quis também tentar compreender melhor o quanto foram afetadas a nível tecnológico.

Adoção digital: preparação e confiança

Não há dúvida de que a pandemia impulsionou a evolução tecnológica – a tecnologia foi um fator imprescindível para as empresas poderem assegurar a continuidade de negócio e ultrapassar dificuldades nunca antes enfrentadas, como os confinamentos obrigatórios.

Se algumas empresas já estavam preparadas para os desafios tec­nológicos que a pandemia trouxe, outras tiveram de se adaptar e rever as suas prioridades neste campo.

O estudo da Sage revelou que 59% das empresas portuguesas inquiridas considera estar mais dependente de tecnologia após a pandemia.

Por outro lado, face a este cenário tecnológico em constante crescimento, para 11% das PME a falta de competências digitais foi uma das principais barreiras que impactou o negócio nos últimos 12 meses.

Contudo, revelam-se bastante otimistas quanto ao futuro: 68% estão confiantes quanto à melhoria das capacidades digitais da sua equipa ao longo do próximo ano, e 59% sentem-se mais preparadas, agora, para lidar com novas tecnologias.


Apostar na tecnologia como caminho de futuro

Quase metade (49%) das PME inquiridas revelou, também, que espera aumentar o seu investimento em tecnologia nos próximos 12 meses – contra apenas 9% que indicaram, pelo contrário, pretender reduzir este investimento.

As empresas que vão apostar mais em tecnologia indicam que os objetivos principais deste investimento são tornar-se mais rentáveis (48%), economizar tempo (44%) desenvolver melhores relações com os clientes (42%) e diversificar a sua oferta (33%), entre outros.

Quando questionadas sobre as áreas em que mais pretendem investir neste âmbito, indicam marketing e publicidade (36%), o seu próprio website (29%), vendas e CRM (23%), e-commerce (20%) e hardware de TI (20%).

Josep María Raventós, Country Manager da Sage Portugal, comentou: “Com uma amostra significativa de decisores das PME a considerar au­mentar anda mais o seu investimento em tecnologia ao longo do próximo ano, existe um consenso esmagador de que esta tendência veio para ficar. A tecnologia desempenhou um papel fundamental junto das empresas portu­guesas durante a pandemia, ajudando-as a ultrapassar os obstáculos que en­frentavam – por isso, talvez não seja sur­pre­endente que a maioria das PME considere que este período aumentou, de forma permanente, o seu grau de dependência na tecnologia. Com este estudo, a Sage – empresa tecnológica por excelência – quis compreender as perspetivas e necessi­dades das empresas portuguesas, para que possamos continuar a apoiá-las no futuro enquanto rede de confiança que lhes permite chegar mais longe."






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