11 de Abril de 2021











FERNANDA TEIXEIRA

Jornalista


Cultura reinventa-se


Vivemos confinados, limitados a um sem número de coisas.




Vemos e ouvimos notí­cias quase sempre dramáticas, desde o número de infetados e de mortes por Covid-19, o desem­pre­go que não para de crescer ou manifes­tações de quem quer trabalhar e ganhar dinheiro para pôr pão na mesa.

São vários os setores que estão no limite, que sobrevivem e que lutam antes de tombarem. A cultura é um desses casos. Mas mesmo com lamentos, muitos reinventaram-se. As plataformas online servem agora de palco a atividades de expressão dramática, histórias encenadas e até espetáculos para bebés.







No meio de tanta incerteza e angústia há quem se tenha adaptado, e neste número da Start&Go falamos com alguns desses exemplos.

Mas existem outros. A companhia do Teatro do Noroeste de Viana do Castelo foi a primeira a transmitir produções nas redes sociais.

Neste ano de pandemia apresen­ta­ram 40 espetáculos com mais de 150 mil visualizações através das redes sociais.

Atualmente está em cena o "O Palhaço Verde" de Matilde Rosa Araújo, que é transmitido em direto para escolas e lares de todo o país. Todos os dias estão crianças nas suas salas e nos seus quartos a verem este espetáculo. Em Março de 2020 a companhia residente do Teatro Municipal Sá de Miranda foi a primeira a lançar uma programação online. Ainda as crianças estavam na escola e a companhia já transmitia, pela primeira vez, um espetáculo em streaming. Isto sem imaginar o que aí vinha.

Outros exemplos de reinvenção são a sala online do Teatro D. Maria II, onde é possível assistir a espetáculos, registado em alta resolução e em multicâmara pelo valor de 3 euros, ou os espetáculos para bebés “Piu” e “Lagartinha” que o Teatro do Biombo disponibiliza online. Mas muitos mais exemplos existem por aí.

      


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